Caros amigos do Encontro Poliglota,
Em primeiro lugar, ótimo 2010 a todos! Votos de bons estudos e sucesso nos idiomas.
Seguem os resultados dos nossos Encontros realizados durante o ano de 2009:
6 Encontros Poliglotas (Maio a Dezembro)
150 pessoas participaram
9 nacionalidades presentes
a) Argentina
b) Australiana
c) Brasileira
d) Britânica
e) Estadunidense
f) Francesa
g) Palestina
h) Paraguaia
i) Norueguesa
7 idiomas falados
a) Árabe
b) Espanhol
c) Francês
d) Inglês
e) Italiano
f) Japonês
g) Português
20 mídias mobilizadas – 2 aparições na TV e 7 publicações na Gazeta do Iguaçu.
O sucesso do Encontro Poliglota é de todos nós! Agradecemos o carinho e o apoio, e contamos com vocês nos próximos.
Em março a gente volta!!!
domingo, 10 de janeiro de 2010
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
VI Encontro Poliglota
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Google adiciona 285 línguas a tradutor para preservar línguas raras
domingo, 18 de outubro de 2009
Resultados do V Encontro Poliglota
O último Encontro teve menos pessoas. Porém, as mesmas línguas foram praticadas: inglês, espanhol e francês. Como não poderia ser diferente, em todo o Encontro Poliglota aparece alguém falando uma língua incomum. Dessa vez foi o gaélico, lingua celta, original da Escócia, mas também falada no País de Gales.
A propósito, as línguas celtas (subfamília da família do indo-europeu) são: o escocês, o irlandês, o gaélico e o bretão. Todos idiomas de pouca difusão, resistindo bravamente à extinção.
Em breve falaremos mais sobre as famílias lingüísticas.
Abraço,
A propósito, as línguas celtas (subfamília da família do indo-europeu) são: o escocês, o irlandês, o gaélico e o bretão. Todos idiomas de pouca difusão, resistindo bravamente à extinção.
Em breve falaremos mais sobre as famílias lingüísticas.
Abraço,
terça-feira, 13 de outubro de 2009
V Encontro Poliglota
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Dia 17 de outubro - próximo Encontro Poliglota
Gostaríamos de lembrar a todos que o próximo Encontro Poliglota está chegando.
Convidamos aos hispanohablantes, aos english speakers, fãs da francofonia e outros amigos para compartilhar do gosto pelos idiomas no dia 17, sábado, na Subway do centro.
Esperamos vocês.
Convidamos aos hispanohablantes, aos english speakers, fãs da francofonia e outros amigos para compartilhar do gosto pelos idiomas no dia 17, sábado, na Subway do centro.
Esperamos vocês.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Poliglotismo x famílias língüísticas
Na tentativa de compreender os poliglotas, me pergunto se aprender os idiomas de uma mesma família lingüística não é mais fácil, no início, do que aprender várias línguas sem relação entre si.
O que eu quero dizer é que, para nós, falantes de português (lusófonos), é mais fácil aprender espanhol, italiano e francês do que partir primeiro para línguas como, por exemplo, o árabe, o russo e o chinês.
Já escutei muito se dizer, e eu mesmo já afirmei, que a semelhança entre os idiomas às vezes pode ser um fator dificultador da aprendizagem, pois a gente pensa que está falando e, na verdade, não está (vejam o caso do portunhol: o cara acha que está falando espanhol, e muitas vezes está falando só um português enrolado).
Ainda assim, imagino que seja mais fácil, para pegar a prática de se aprender vários idiomas (para pegar "as manhas" do poliglotismo), aprender vários idiomas de um mesmo tronco da árvore das línguas e só depois se dirigir a outra família.
Uma vez que você dominar as línguas neolatinas, você pode pegar as línguas germânicas, e nesse caso, aprender no atacado: alemão, holandês, dinamarquês, sueco e norueguês, por exemplo. Depois, pode fazer o mesmo com as línguas eslavas, e assim por diante.
Claro que isso é só teoria, a pessoa teria que experimentar por si própria esse método para verificar se funciona.
Eu falo português (língua materna), inglês, espanhol, francês e italiano, nessa ordem de aprendizado. Agora quero aprender alemão. Mas a verdade é que não sei se depois de aprender essa língua vou partir para o holandês e para outras do mesmo ramo, porque o aprendizado de idiomas pode ser também uma questão estratégica.
Imagine que você fala português, inglês e espanhol e quer aprender árabe e russo por motivos de trabalho. Não são línguas do mesmo ramo, e mesmo assim, a pessoa se torna uma poliglota.
De qualquer maneira, imagino que o poliglota experiente, já "calejado" de tanto aprender idiomas, não precise aplicar essa técnica da família língüística. Porém, para nós que estamos começando, aspirantes a poliglotas, pode ser útil.
Precisaríamos ver as experiências de grandes poliglotas para elucidarmos essa questão. Alguém aí quer opinar?
O que eu quero dizer é que, para nós, falantes de português (lusófonos), é mais fácil aprender espanhol, italiano e francês do que partir primeiro para línguas como, por exemplo, o árabe, o russo e o chinês.
Já escutei muito se dizer, e eu mesmo já afirmei, que a semelhança entre os idiomas às vezes pode ser um fator dificultador da aprendizagem, pois a gente pensa que está falando e, na verdade, não está (vejam o caso do portunhol: o cara acha que está falando espanhol, e muitas vezes está falando só um português enrolado).
Ainda assim, imagino que seja mais fácil, para pegar a prática de se aprender vários idiomas (para pegar "as manhas" do poliglotismo), aprender vários idiomas de um mesmo tronco da árvore das línguas e só depois se dirigir a outra família.
Uma vez que você dominar as línguas neolatinas, você pode pegar as línguas germânicas, e nesse caso, aprender no atacado: alemão, holandês, dinamarquês, sueco e norueguês, por exemplo. Depois, pode fazer o mesmo com as línguas eslavas, e assim por diante.
Claro que isso é só teoria, a pessoa teria que experimentar por si própria esse método para verificar se funciona.
Eu falo português (língua materna), inglês, espanhol, francês e italiano, nessa ordem de aprendizado. Agora quero aprender alemão. Mas a verdade é que não sei se depois de aprender essa língua vou partir para o holandês e para outras do mesmo ramo, porque o aprendizado de idiomas pode ser também uma questão estratégica.
Imagine que você fala português, inglês e espanhol e quer aprender árabe e russo por motivos de trabalho. Não são línguas do mesmo ramo, e mesmo assim, a pessoa se torna uma poliglota.
De qualquer maneira, imagino que o poliglota experiente, já "calejado" de tanto aprender idiomas, não precise aplicar essa técnica da família língüística. Porém, para nós que estamos começando, aspirantes a poliglotas, pode ser útil.
Precisaríamos ver as experiências de grandes poliglotas para elucidarmos essa questão. Alguém aí quer opinar?
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